A sua ETE não precisa de mais produto químico.
DQO que não baixa, cor que não sai, licença em risco: o que o biológico não degrada, mais dose não resolve.
✓ Sem compromisso • ✓ Atendimento de segunda a sábado
Não é equipamento de fundo de quintal
Quem responde pelo equipamento
Três organismos europeus auditam a fábrica, o processo e a segurança do que chega na sua lavoura. Não é autodeclaração nossa — é gente de fora conferindo.

Associação europeia do setor de ozônio

Certificação por organismo independente

Conformidade europeia do equipamento
A sua ETE não precisa de mais produto químico.
O ozônio quebra essas moléculas em fragmentos menores, que o biológico consegue degradar, e oxida a cor e o odor. Cada efluente pede uma combinação própria: o ozônio entra onde rende mais, e o ensaio com a sua amostra mostra onde é. Por isso a resposta começa pelos laudos do seu efluente, não pelo catálogo.
O ozônio não entra no lugar do seu programa. Ele tira peso dele — e o que sobra volta a funcionar.
O que pesa numa ETE fora do padrão
DQO, DBO ou cor acima do padrão de lançamento (CONAMA 430)
Licença ambiental em risco, notificação do órgão ou prazo de adequação
Água tratada indo embora, quando poderia voltar ao processo
Laudo que reprova não melhora sozinho: a notificação vira prazo, o prazo vira multa, e a licença de operação fica na mesa do órgão ambiental.
Onde o ozônio entra na ETE
Pré-oxidação
Antes da etapa biológica, quebra as moléculas difíceis de degradar e melhora a relação DBO/DQO, aliviando o reator.
Polimento
No fim do tratamento, reduz a cor, o odor e a turbidez que sobraram, ajudando a enquadrar o efluente no padrão de lançamento.
Reúso
Como tratamento terciário, prepara a água para voltar ao processo, à limpeza ou à irrigação. Com sal dissolvido, entra antes da membrana e a protege.
Controle automático
Medição Redox e sensor de vazamento ajustam o sistema em tempo real, sem operador dedicado.
Dimensionamento
O ozônio resolve o seu efluente?
O equipamento é definido pelo seu caso, não por tabela. Com estes três dados já dizemos qual modelo atende — e se não atender, dizemos também.
A vazão de efluente, em m³/dia ou m³/h
O setor: frigorífico, laticínio, curtume, têxtil, químico, esgoto…
O que reprova no laudo: DQO, DBO, cor, odor…
Atendimento de segunda a sábado. Sem compromisso.
Linhas VT GZO-EPS e VT GRZO-EPSF (industrial)

VT GRZO-EPSF
Especificações técnicas do equipamento para sua operação.
Especificações
Características
- ✓Dimensionado pelo ensaio com a amostra do seu efluente
- ✓Concentrador de oxigênio integrado
- ✓Bomba, venturi e tanque de contato
- ✓Controle automático de potência com medidor Redox
- ✓Sensor de vazamento de ozônio
Dúvidas Frequentes
Onde já está instalado
Tecnologia com estrada rodada
Equipamentos ZonoSistem em operação na Europa há anos — e já rodando no Brasil, pela Agrobiozone, distribuidora oficial.
Efluentes industriais químicos
Efluente de biodiesel
Pré-oxidação antes do biológico
Pré-oxidação em petroquímica
Reúso de água na produção de queijo
Por que confiar no equipamento
Tecnologia europeia com anos de operação em campo, distribuída e assistida no Brasil.



Regulamentos de biocidas
O fabricante ZonoSistem declara conformidade com os regulamentos europeus de biocidas e é certificado ISO.
Distribuidora oficial
A Agrobiozone é a distribuidora oficial ZonoSistem no Brasil — equipamento, suporte técnico e peças pela mesma origem.
Tratamento medido
Todo sistema inclui medição Redox de até 2.000 mV. Sem medir, não há como afirmar que a água está ozonizada.
Não deixa resíduo
Após oxidar o microrganismo, o ozônio se decompõe em oxigênio. Não se acumula na planta, no fruto, no solo nem no lençol freático.
